Bastidores da Câmara... Não sei deveria, não sei se é ético ou moral. Apenas quero compartilhar com vocês leitores um ponto de vista; por ser democrático – penso que sou – acredito que não esteja aqui fabulando algo que de fato não seja prudente. No final da sessão de ontem, depois de uma confusão aguerrida entre vereadores e assessores, depois de tudo que se tem – desde que seja uma discussão de homens e mulheres de bem – pois ser vereador é ser um símbolo da voz, das palavras, de conversas, enfim, é o elo do munícipe para o executivo. E é assim que tem que ser! Com isso, estou aqui edificando junto com você leitor, uma obra que de tijolo em tijolo, com nossas experiências individuais, um pensamento, e quem sabe, um estilo de vida prudente para todos, e, eu, você, nossa família, nossos vizinhos, quem sabe, com nossos equívocos e acertos, podemos coletivamente edificar pelo menos um meio melhor de se viver. O que quero dizer com isso que falei no último parágrafo? – Quero e espero que você leitor, receba as informações e as compreenda com serenidade, com desconfiança. Por que em Lagoa Nova, especialmente no meio político, não vislumbro alguém esforçado para mudar o contexto impregnado na cultura. E sonho que você, pessoa que busca informações, o faça e seja o modificador social e não o continuador do que hoje retrata nossa sociedade. Pois, fiquei pensando que a raiz de onde tudo provém, a sede do poder e dos esquecimentos da finalidade: Nós os políticos. De fato, precisamos fazer um exercício mental, um repensar, para se fazer uma escolha! E hoje, jogo a toalha e me debruço de forma autêntica, estou fazendo uma reflexão prévia, estou aqui, junto com você, analisando livremente e assumindo a culpa – pelo menos isso! E no conjunto desses: pensar e agir. Pois onde está à humanidade está à ambigüidade, o mesmo sentimento que é capaz de unir duas pessoas pode ser transformado na causa de suas destruições, os mesmos políticos capazes de serem criadores de regras e manterem a serviço da municipalidade são capazes de promover a alienação e o desvio do poder e de suas obrigações por coisas fúteis. Registro aqui que quando declarei na entrevista do blog de Marcos Dantas que: “Considerando o modelo político de Lagoa Nova, tenho certo que não ficarei com o candidato que Erivan apoiar. É a única convicção que tenho no momento". Falei que não fui eleito para pertencer o rol político do prefeito, meu eleitorado é outro e não acirrei de hipóteses alguma a democracia, apenas deixei claro o que nunca houve. Por que meus amigos e amigas, no meu sistema ainda têm gente sonhando em me ver aliado de quem nunca fui, pessoas que sem talento algum usurpa sem seriedade para crescer, que não discute o que se tem para discutir, que só pensa em si. Pobre pessoa! PS Escrevi aqui para leitores que pensam, sei que virão comentários levianos, mas, não copilarão meu jeito de pensar e agir, apenas vicejará ainda mais a pena que sinto, pois as mesmas registram que ser pobre e doente não é estar sem dinheiro e sem saúde. Desculpe-me leitor prudente, mas devo me antecipar para não responder.
Escrito por Luciano Santos:. às 00h07
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